Não antes, sem mecionar o encerramento do 6º Concurso de Instrumentos de Arco Júlio Cardona, uma organização da Delegação da Juventude Musical Portugesa da Covilhã, que mereceu o aplaso de algumas centenas, durante 1 semana.
No última dia - Assistimos à Tertúlia - em Homenagem a Gabriel Moraes de Sousa, com a presença na mesa de: João de Freitas Branco - filho de João Maria de Freitas Branco e neto-sobrinho de Luís de Freitas Branco; O compositor Luís Filipe Pires e a Sr. D. Maria de Macedo - viúva de Gabriel de Sousa.
Um momento muito significativo, participado em que a vida e obra do compositor estiveram presentes, pelos testemunhos e depois ao piano por Francisco Monteiro. Por outro lado, foram também abordadas questões relacionadas com a produção e a divulgação Musical; direitos de autor; o mundo da fotocópia; Círculo de Cultura Musical entre outros.
À noite, e depois da Sinfonia nº 1 de Beethoven pela Orquestra do Minho, dirigida por Luís Machado, foram distribuídos os prémios, em que se seguiu a audição de 3 dos 1ºs prémios - Violoncelo - Classe A e B e Violino - Classe B, não tendo sido atribuído prémio à Classe A de Violonio. Resta dizer um grande Bem Hajam a toda a organização e sobretudo ao Maestro Campos Costa pela dinamização, divulgação e valorização da nossa cidade e no geral a actividade cultural Portuguesa.
A Banda da Covilhã apresentou os cumprimentos a todos, nomeadamente ao maestro Ivo Cruz e à grande Violoncelista Madalena Sá e Costa.
Daqui a dois anos - terá lugar o 7º Concurso, com a promessa de que talvez já no próximo ano regresse à Cidade da Covilhã o Concurso de Piano.
1 comentário:
A minha homenagem vai para o Prof Cavaco, um jovem e de mente jovem (porque os há com mentes obsoletas) que se empenha e dá tudo pela Covilhã, sendo um alentejano. A sua universalidade, saber, simplicidade e dedicação estão aí, na Banda, nas comunicações que faz pela RCC, pelas palavras que o público ouve em todos os momentos, pelo trabalho desenvolvido e a desenvolver no futuro, no Orfeão da Covilhã e na Banda.
Enfim, em tudo o que dá à Covilhã e porque a enriquece, o meu bem-haja.
Teresa de Jesus P. Duarte Reis
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